Researchers at the School of Engineering at Columbia University in the United States, created a detailed map on the energy consumption in New York City. Available on the Internet, it shows the total consumption for each building in all five areas of the city: Manhattan, Bronx, Brooklyn, Queens and Staten Island. The map also shows the expenditures by type of energy: electricity, hot water, heating and air conditioning.
The areas that spend more energy are commercial, which represent half of total consumption and 30% of buildings in the city. Only the center of Manhattan uses more energy than all over Kenya, Africa, the researcher said Vijay Modi, co-author of the study in which the map was based on an interview for "The Wall Street Journal."
The Manhattan office areas appear dark red on the map, which indicates a high energy consumption. Since residential areas such as Harlem, are yellow or orange colors representing lower energy use.
In residences, the main expense is heating. "While the discussion [on reduction of energy consumption] are generally focused on electrical use, the New York residential buildings, whether houses or apartments, spend a lot more energy into electricity for heating. Almost all of this heat is obtained from oil or natural gas, "he said Modi in advertising material.
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The researchers' expectation is that the map will help planners, engineers and politicians to understand the dynamics of energy use in town planning solutions and enable more efficient and emit less greenhouse gases. They also hope that people seek to know what is in your area consumption and reduce energy use.
"We want to start a debate with the people of New York on energy efficiency and conservation, putting the power consumption in the context of all New Yorkers," said Bianca Howard, Ph.D. student in mechanical engineering and author of map in promotional material.
According to Modi, the map can also encourage residents to create alternative collective energy supply, more efficient and less polluting. Thus, for example, neighboring buildings, blocks or neighborhoods could find integrated solutions.
To create the map, the researchers used data on the average energy consumption according to zip code. Then they estimated the costs for construction.
To know the maps, click here.Mapas
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Cartografia Artigos Cientificos Revista Brasileria de Cartografia
GOOGLE MAPS AND MOBILE DEVICES: CAN JUST ONE GENERIC DESIGN WORK?
William Cartwright
The phenomena that is Google Map® has both made mapping more visible and made access to base maps more immediate. The proliferation of mash-ups and other Web-delivered map products that are based on Google maps illustrates this ‘use-it-for-everything mapping phenomena. But, can Google’s maps be used for everything, including mobile and small-format map delivery platforms? Can we just ‘Google it?
This paper discusses how user/producers have exploited the availability and accessibility of base maps from Google. It explores the numerous small format / mobile applications that have been developed and the content that they deliver. Then it considers whether it is appropriate and ‘good’ design practice to accept Google maps as an ‘underlay’ for developing this genre of map products.
Keywords: At Location maps, Google maps
LINKED AUDIO REPRESENTATION IN CYBERCARTOGRAPHY: GUIDANCE FROM ANIMATED AND INTERACTIVE CARTOGRAPHY FOR USING SOUND
Glenn Brauen, D. R. Fraser Taylor
This paper discusses sound representation in cybercartographic atlas projects and products as one example of the application of multisensory representation in contemporary cartography. Auditory representation, like animated and interactive visual cartography, makes explicit use of the temporal dimension. Educational multimedia studies have argued that effective learning outcomes result from the coordinated interpretation of visual and auditory information and from the cognitive relations that learners develop within and between their mental representations of these materials. Based on this previous work, this paper examines the goals and motivations of research into animated and interactive cartography to determine which of those could or have been applied to the use of sound as a media for linked abstract representation in which meaning is conveyed both by the content carried by each sensory mode as well as by the manner of relations between visual and auditory representations, signified by the coordinated reactions of the visual and auditory components of atlas products to user actions. To illustrate key concepts in this discussion, the paper describes an application prototype that allows a user to examine data concerning Canada’s trade with world regions using an audio-visual interface. The paper outlines a set of functional roles that this type of linked auditory representation could fulfill within an audio-visual cartography, drawing on functional analyses of interactive and animated cartography and acoustic analogies developed through the analysis of the motivations and goals of dynamic visual cartography.
Keywords: cybercartography, multisensory cartography, audio-visual, linked auditory representation, dynamic legend.
COMPARAÇÃO ENTRE IMAGENS ASTER E LANDSAT 7 NA CLASSIFICAÇÃO DE NÍVEIS DE DEGRADAÇÃO DE PASTAGENS UTILIZANDO REDES NEURAIS ARTIFICIAIS
César da Silva Chagas, Carlos Antônio Oliveira Vieira, Elpídio Inácio Fernandes Filho, Waldir de Carvalho Júnior
O presente estudo teve como objetivo comparar a eficiência dos dados dos sensores Aster e ETM+/Landsat 7 na classificação do uso e cobertura da terra, com ênfase nos níveis de degradação das pastagens na Zona da Mata Mineira, através da utilização de redes neurais artificiais. Foram testadas três composições de uma imagem do sensor Aster e uma do ETM+/Landsat 7, para definição das melhores feições discriminantes para o classificador. As classes de uso e cobertura consideradas foram: floresta, café, área urbana/solo exposto e três níveis de degradação das pastagens (moderado, forte e muito forte). Utilizou-se o simulador de redes neurais “Java Neural Network Simulator” e o algoritmo empregado foi o back-propagation. Dentre as composições de imagens testadas o melhor resultado foi alcançado com a utilização das 9 bandas do Aster (30m) como variáveis discriminantes, que também permitiu uma melhor discriminação dos níveis de degradação das pastagens considerados. Este resultado é atribuído à melhor resolução espectral desta composição de imagem quando comparada às demais. Dentre as classes consideradas, a pastagem no nível de degradação muito forte foi a que apresentou o maior erro de classificação, em todas as composições, sendo bastante confundida com a pastagem no nível de degradação forte.
Palavras chaves: sensoriamento remoto, redes neurais, pastagens.
MODELO CARTOGRÁFICO APLICADO AO MAPEAMENTO DAS ÁREAS URBANAS SUJEITAS ÀS INUNDAÇÕES NA CIDADE DE LAJEADO / RS
Rafael Rodrigo Eckhardt, Dejanira Luderitz Saldanha, Ronaldo dos Santos da Rocha
O estudo de eventos extremos, como as inundações, é imprescindível, principalmente em áreas urbanas, devido à quantidade de vidas, saneamento, bens materiais e infra-estruturas envolvidas no processo. A cidade de Lajeado, localizada no nordeste do Rio Grande do Sul, historicamente e de forma periódica, é atingida por inundações decorrentes das enchentes do Rio Taquari. O presente estudo objetiva desenvolver um modelo cartográfico para proceder ao mapeamento da área urbana inundável e diagnosticar caracterizar a ocupação do solo das áreas sujeitas às inundações na cidade de Lajeado. A utilização conjunta das geotecnologias e as técnicas de representação e análise espacial mostraram-se fidedignas na simulação, mapeamento e diagnóstico do uso do solo das áreas sujeitas às inundações. Os resultados alcançados contribuem, no curto prazo, para estabelecer um eficiente plano de remoção e realocação da população atingida pelas inundações, e no médio e longo prazo, para readequar a utilização das áreas em função do risco de inundação que apresentam.
Palavras chaves: Inundações, SIG, Sensoriamento Remoto, Simulação, Mapeamento.
ALTIMETRY FITTING METHODS FOR INSAR DIGITAL ELEVATION MODELS
Marcos Antônio Timbó Elmiro, Luciano Vieira Dutra, José Cláudio Mura
Modelos digitais de elevação (MDE) estão se tornando uma das formas de dados espaciais mais disponíveis e reutilizados nas aplicações de análises geográficas para diversos estudos em ciências da Terra. Com o uso crescente desses modelos e com a difusão cada vez maior das aplicações tem aumentado também a preocupação com a qualidade dos dados de altitudes e com a propagação dos erros nos diferentes produtos derivados de análises dos MDEs. Os MDEs disponíveis costumam relatar somente o valor médio dos erros, tal como o erro médio quadrático ou erro médio absoluto, os quais não trazem qualquer informação sobre tendências ou distribuição dos erros. No presente estudo é apresentada uma metodologia para correção da altimetria de MDEs gerados por interferometria de imagens de radar de abertura sintética (InSAR) na região amazônica, coletados nas bandas P e X do espectro de microondas. O método em estudo se mostrou capaz de corrigir os erros globais e os erros locais de diferentes magnitudes, os quis são comuns nos MDEs, fornecendo também os indicadores da qualidade global e local dos modelos processados. Os algoritmos que compõem o núcleo central do método buscam fazer o melhor ajuste possível dos MDEs para a realidade geográfica do terreno através da incorporação de superfícies de correção calculadas por métodos de interpolação espacial. A estrutura cartográfica de controle de campo para geração das superfícies de correção e para avaliação da qualidade do método é formada por malhas irregulares de pontos obtidos em estradas, clareiras e pastagens, medidos no campo pelos métodos de rastreamento de satélites do Sistema de Posicionando Global (GPS) e levantamentos topográficos com estações eletrônicas. Três métodos de ajuste foram utilizados no cálculo das superfícies de correção. O primeiro foi um deslocamento vertical médio, o segundo, uma triangulação com interpolação linear e o terceiro, uma interpolação ponderada pelo inverso do quadrado da distância. Os resultados mostraram que aplicação dos métodos de correção melhorou a qualidade geométrica dos MDEs e forneceu estimativas numéricas confiáveis da precisão dos modelos para uso em análises posteriores derivadas dos MDEs.
Palavras chaves: Interferometria SAR, correção de MDE, interpolação de superfície.
MULTITEMPORAL IMAGE REGISTRATION BASED ON MULTIRESOLUTION DECOMPOSITION
Leila M. G. Fonseca, Max H. M. Costa, Thales S. Korting, Emiliano Castejon, Felipe C. Silva
Image registration is the process of overlaying two or more images of the same scene taken at different times, from different viewpoints, and/or different sensors. With the increase in the number of images collected every day from different sensors, automated registration of multi-sensor, multi-spectral and multi-temporal images has become an important application. In this paper an efficient algorithm for the registration of multi-temporal images with similar spectral responses is proposed. The procedure relies on the gray level information content of the images and their local wavelet transform modulus maxima. The registration algorithm is performed at progressively higher resolutions, which allows for faster implementation and higher registration precision. For the matching process, a novel procedure for automatic point feature detection based on wavelet transform is presented. Moreover, an investigation about the performance of four similarity measures in the task of feature point matching for satellite images is also presented. The results show that the matching method based on correlation is efficient to register images of similar spectral responses even if multi-temporal changes are present. To overcome the presence of rotation angle between the images to be registered, a procedure to estimate this angle is performed before the matching process. Measurements of performance are provided, as well as extensive experimental results, to illustrate the qualitative performance of the registration algorithm. Images of different sensors and acquisition time are used in the experiments.
Keywords: Image Registration, Wavelet Transform, Matching, Feature Detection
A CRITICAL ASSESSMENT OF MAPS AND THE INTERNET
Michael P. Peterson
The promise of the Internet for cartography has faded into stark realities of commercialism, connectivity problems and confusion about what represents quality in Internet mapping. Accessing the Internet is still problematic and a great digital divide separates the developed from the developing world. Interaction with the online map, the single greatest advantage of maps and the new medium, has been either poorly implemented or not incorporated at all. The commercial aspect of the Internet has been turned upside down. We pay to access the Internet, not for its content. As a result, there is little competition to improve the quality of online maps, other than for bragging rights, and little incentive to create quality content. On top of this, in many parts of the World, access to the Internet by computer is expensive or inconvenient or people prefer to use the Internet through their mobile phone. Almost all new users to the Internet are connecting through mobile devices and a small screen that is hardly suitable for the display of maps. While a de-centralized system like the Internet is impossible to fix in traditional ways, solutions must be found for making the medium more accessible and useful for maps. National and international organizations can play a key role in providing examples of what is possible with maps and the Internet. Low-cost, easy-to-use tools also need to be made available so that online cartographers can create quality content.
Keywords: Internet cartography, web-based mapping.
O ATLAS “ESTADO DO BRASIL”: UM OLHAR PORTUGUÊS SOBRE A AMÉRICA COLONIAL
Amanda Estela Guerra, Márcia Maria Duarte dos Santos
O Atlas “Estado do Brasil”, elaborado pelo cosmógrafo do reino de Portugal, João Teixeira Albernas, a mando do donatário da Capitania de Ilhéus, D. Jerônimo de Ataíde, em 1631, foi produzido em um período de grande turbulência política, tanto para o Brasil quanto para Portugal. Ao idealizar esta obra D. Jerônimo pretendia atrair investimentos para sua capitania e alertar outros nobres portugueses sobre a enorme extensão de terras ameaçadas pelo despovoamento e pelas invasões estrangeiras. Além disso, havia um desejo de ampliação dos domínios lusitanos na América. Este estudo realça as questões políticas e econômicas que motivaram a produção desse atlas e como o autor utilizou as técnicas cartográficas disponíveis para transmitir informações sobre uma organização do espaço colonial na América, de forma a atender aos objetivos de seu patrocinador.
RBC - Revista Brasileira de Cartografia / Brazilian Journal of Cartography
William Cartwright
The phenomena that is Google Map® has both made mapping more visible and made access to base maps more immediate. The proliferation of mash-ups and other Web-delivered map products that are based on Google maps illustrates this ‘use-it-for-everything mapping phenomena. But, can Google’s maps be used for everything, including mobile and small-format map delivery platforms? Can we just ‘Google it?
This paper discusses how user/producers have exploited the availability and accessibility of base maps from Google. It explores the numerous small format / mobile applications that have been developed and the content that they deliver. Then it considers whether it is appropriate and ‘good’ design practice to accept Google maps as an ‘underlay’ for developing this genre of map products.
Keywords: At Location maps, Google maps
LINKED AUDIO REPRESENTATION IN CYBERCARTOGRAPHY: GUIDANCE FROM ANIMATED AND INTERACTIVE CARTOGRAPHY FOR USING SOUND
Glenn Brauen, D. R. Fraser Taylor
This paper discusses sound representation in cybercartographic atlas projects and products as one example of the application of multisensory representation in contemporary cartography. Auditory representation, like animated and interactive visual cartography, makes explicit use of the temporal dimension. Educational multimedia studies have argued that effective learning outcomes result from the coordinated interpretation of visual and auditory information and from the cognitive relations that learners develop within and between their mental representations of these materials. Based on this previous work, this paper examines the goals and motivations of research into animated and interactive cartography to determine which of those could or have been applied to the use of sound as a media for linked abstract representation in which meaning is conveyed both by the content carried by each sensory mode as well as by the manner of relations between visual and auditory representations, signified by the coordinated reactions of the visual and auditory components of atlas products to user actions. To illustrate key concepts in this discussion, the paper describes an application prototype that allows a user to examine data concerning Canada’s trade with world regions using an audio-visual interface. The paper outlines a set of functional roles that this type of linked auditory representation could fulfill within an audio-visual cartography, drawing on functional analyses of interactive and animated cartography and acoustic analogies developed through the analysis of the motivations and goals of dynamic visual cartography.
Keywords: cybercartography, multisensory cartography, audio-visual, linked auditory representation, dynamic legend.
COMPARAÇÃO ENTRE IMAGENS ASTER E LANDSAT 7 NA CLASSIFICAÇÃO DE NÍVEIS DE DEGRADAÇÃO DE PASTAGENS UTILIZANDO REDES NEURAIS ARTIFICIAIS
César da Silva Chagas, Carlos Antônio Oliveira Vieira, Elpídio Inácio Fernandes Filho, Waldir de Carvalho Júnior
O presente estudo teve como objetivo comparar a eficiência dos dados dos sensores Aster e ETM+/Landsat 7 na classificação do uso e cobertura da terra, com ênfase nos níveis de degradação das pastagens na Zona da Mata Mineira, através da utilização de redes neurais artificiais. Foram testadas três composições de uma imagem do sensor Aster e uma do ETM+/Landsat 7, para definição das melhores feições discriminantes para o classificador. As classes de uso e cobertura consideradas foram: floresta, café, área urbana/solo exposto e três níveis de degradação das pastagens (moderado, forte e muito forte). Utilizou-se o simulador de redes neurais “Java Neural Network Simulator” e o algoritmo empregado foi o back-propagation. Dentre as composições de imagens testadas o melhor resultado foi alcançado com a utilização das 9 bandas do Aster (30m) como variáveis discriminantes, que também permitiu uma melhor discriminação dos níveis de degradação das pastagens considerados. Este resultado é atribuído à melhor resolução espectral desta composição de imagem quando comparada às demais. Dentre as classes consideradas, a pastagem no nível de degradação muito forte foi a que apresentou o maior erro de classificação, em todas as composições, sendo bastante confundida com a pastagem no nível de degradação forte.
Palavras chaves: sensoriamento remoto, redes neurais, pastagens.
MODELO CARTOGRÁFICO APLICADO AO MAPEAMENTO DAS ÁREAS URBANAS SUJEITAS ÀS INUNDAÇÕES NA CIDADE DE LAJEADO / RS
Rafael Rodrigo Eckhardt, Dejanira Luderitz Saldanha, Ronaldo dos Santos da Rocha
O estudo de eventos extremos, como as inundações, é imprescindível, principalmente em áreas urbanas, devido à quantidade de vidas, saneamento, bens materiais e infra-estruturas envolvidas no processo. A cidade de Lajeado, localizada no nordeste do Rio Grande do Sul, historicamente e de forma periódica, é atingida por inundações decorrentes das enchentes do Rio Taquari. O presente estudo objetiva desenvolver um modelo cartográfico para proceder ao mapeamento da área urbana inundável e diagnosticar caracterizar a ocupação do solo das áreas sujeitas às inundações na cidade de Lajeado. A utilização conjunta das geotecnologias e as técnicas de representação e análise espacial mostraram-se fidedignas na simulação, mapeamento e diagnóstico do uso do solo das áreas sujeitas às inundações. Os resultados alcançados contribuem, no curto prazo, para estabelecer um eficiente plano de remoção e realocação da população atingida pelas inundações, e no médio e longo prazo, para readequar a utilização das áreas em função do risco de inundação que apresentam.
Palavras chaves: Inundações, SIG, Sensoriamento Remoto, Simulação, Mapeamento.
ALTIMETRY FITTING METHODS FOR INSAR DIGITAL ELEVATION MODELS
Marcos Antônio Timbó Elmiro, Luciano Vieira Dutra, José Cláudio Mura
Modelos digitais de elevação (MDE) estão se tornando uma das formas de dados espaciais mais disponíveis e reutilizados nas aplicações de análises geográficas para diversos estudos em ciências da Terra. Com o uso crescente desses modelos e com a difusão cada vez maior das aplicações tem aumentado também a preocupação com a qualidade dos dados de altitudes e com a propagação dos erros nos diferentes produtos derivados de análises dos MDEs. Os MDEs disponíveis costumam relatar somente o valor médio dos erros, tal como o erro médio quadrático ou erro médio absoluto, os quais não trazem qualquer informação sobre tendências ou distribuição dos erros. No presente estudo é apresentada uma metodologia para correção da altimetria de MDEs gerados por interferometria de imagens de radar de abertura sintética (InSAR) na região amazônica, coletados nas bandas P e X do espectro de microondas. O método em estudo se mostrou capaz de corrigir os erros globais e os erros locais de diferentes magnitudes, os quis são comuns nos MDEs, fornecendo também os indicadores da qualidade global e local dos modelos processados. Os algoritmos que compõem o núcleo central do método buscam fazer o melhor ajuste possível dos MDEs para a realidade geográfica do terreno através da incorporação de superfícies de correção calculadas por métodos de interpolação espacial. A estrutura cartográfica de controle de campo para geração das superfícies de correção e para avaliação da qualidade do método é formada por malhas irregulares de pontos obtidos em estradas, clareiras e pastagens, medidos no campo pelos métodos de rastreamento de satélites do Sistema de Posicionando Global (GPS) e levantamentos topográficos com estações eletrônicas. Três métodos de ajuste foram utilizados no cálculo das superfícies de correção. O primeiro foi um deslocamento vertical médio, o segundo, uma triangulação com interpolação linear e o terceiro, uma interpolação ponderada pelo inverso do quadrado da distância. Os resultados mostraram que aplicação dos métodos de correção melhorou a qualidade geométrica dos MDEs e forneceu estimativas numéricas confiáveis da precisão dos modelos para uso em análises posteriores derivadas dos MDEs.
Palavras chaves: Interferometria SAR, correção de MDE, interpolação de superfície.
MULTITEMPORAL IMAGE REGISTRATION BASED ON MULTIRESOLUTION DECOMPOSITION
Leila M. G. Fonseca, Max H. M. Costa, Thales S. Korting, Emiliano Castejon, Felipe C. Silva
Image registration is the process of overlaying two or more images of the same scene taken at different times, from different viewpoints, and/or different sensors. With the increase in the number of images collected every day from different sensors, automated registration of multi-sensor, multi-spectral and multi-temporal images has become an important application. In this paper an efficient algorithm for the registration of multi-temporal images with similar spectral responses is proposed. The procedure relies on the gray level information content of the images and their local wavelet transform modulus maxima. The registration algorithm is performed at progressively higher resolutions, which allows for faster implementation and higher registration precision. For the matching process, a novel procedure for automatic point feature detection based on wavelet transform is presented. Moreover, an investigation about the performance of four similarity measures in the task of feature point matching for satellite images is also presented. The results show that the matching method based on correlation is efficient to register images of similar spectral responses even if multi-temporal changes are present. To overcome the presence of rotation angle between the images to be registered, a procedure to estimate this angle is performed before the matching process. Measurements of performance are provided, as well as extensive experimental results, to illustrate the qualitative performance of the registration algorithm. Images of different sensors and acquisition time are used in the experiments.
Keywords: Image Registration, Wavelet Transform, Matching, Feature Detection
A CRITICAL ASSESSMENT OF MAPS AND THE INTERNET
Michael P. Peterson
The promise of the Internet for cartography has faded into stark realities of commercialism, connectivity problems and confusion about what represents quality in Internet mapping. Accessing the Internet is still problematic and a great digital divide separates the developed from the developing world. Interaction with the online map, the single greatest advantage of maps and the new medium, has been either poorly implemented or not incorporated at all. The commercial aspect of the Internet has been turned upside down. We pay to access the Internet, not for its content. As a result, there is little competition to improve the quality of online maps, other than for bragging rights, and little incentive to create quality content. On top of this, in many parts of the World, access to the Internet by computer is expensive or inconvenient or people prefer to use the Internet through their mobile phone. Almost all new users to the Internet are connecting through mobile devices and a small screen that is hardly suitable for the display of maps. While a de-centralized system like the Internet is impossible to fix in traditional ways, solutions must be found for making the medium more accessible and useful for maps. National and international organizations can play a key role in providing examples of what is possible with maps and the Internet. Low-cost, easy-to-use tools also need to be made available so that online cartographers can create quality content.
Keywords: Internet cartography, web-based mapping.
O ATLAS “ESTADO DO BRASIL”: UM OLHAR PORTUGUÊS SOBRE A AMÉRICA COLONIAL
Amanda Estela Guerra, Márcia Maria Duarte dos Santos
O Atlas “Estado do Brasil”, elaborado pelo cosmógrafo do reino de Portugal, João Teixeira Albernas, a mando do donatário da Capitania de Ilhéus, D. Jerônimo de Ataíde, em 1631, foi produzido em um período de grande turbulência política, tanto para o Brasil quanto para Portugal. Ao idealizar esta obra D. Jerônimo pretendia atrair investimentos para sua capitania e alertar outros nobres portugueses sobre a enorme extensão de terras ameaçadas pelo despovoamento e pelas invasões estrangeiras. Além disso, havia um desejo de ampliação dos domínios lusitanos na América. Este estudo realça as questões políticas e econômicas que motivaram a produção desse atlas e como o autor utilizou as técnicas cartográficas disponíveis para transmitir informações sobre uma organização do espaço colonial na América, de forma a atender aos objetivos de seu patrocinador.
RBC - Revista Brasileira de Cartografia / Brazilian Journal of Cartography
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Learn more about the use and trends of GIS Cloud
The computing "clouds", in English called cloud computing is a trend on the Internet of the future. But you know what this term means?
Many people have probably heard other people do not know what it is, but the cloud has been a well studied subject and target investments of large companies, for example, Google.
In the world of GIS, GIS also known as Cloud, the most popular example is Google Maps and Google Earth, where users have access to a multitude of maps, satellite images, photos, and basic services and address geocoding routing.
Many websites today use their content in Google Maps, is to display the location of the company and provide a routing service to this address, or to perform more sophisticated operations that can be developed from the Application Programming Interface (API , its acronym in English).

Tradução
Saiba mais sobre o uso e as tendências do Cloud GIS
A computação nas “nuvens”, em inglês chamada de Cloud Computing, é uma tendência na internet do futuro. Mas você sabe o que significa esta expressão?
Muita gente já deve ter ouvido falar, outras pessoas não sabem do que se trata, mas a computação nas nuvens tem sido um assunto bem estudado e alvo de investimentos de grandes empresas como, por exemplo, a Google.
No universo do GIS, também conhecido como Cloud GIS, o exemplo mais popular é o Google Maps e Google Earth, no qual os usuários têm acesso a uma infinidade de mapas, imagens de satélite, fotos, além de serviços básicos de geocodificação de endereços e roteirização.
Muitos websites, hoje, utilizam em seu conteúdo o Google Maps, seja para exibir a localização da empresa e disponibilizar um serviço de roteirização para este endereço, ou para realizar operações mais sofisticadas que podem ser desenvolvidas a partir da Interface de Programação de Aplicações (API, na sigla em inglês).
Many people have probably heard other people do not know what it is, but the cloud has been a well studied subject and target investments of large companies, for example, Google.
In the world of GIS, GIS also known as Cloud, the most popular example is Google Maps and Google Earth, where users have access to a multitude of maps, satellite images, photos, and basic services and address geocoding routing.
Many websites today use their content in Google Maps, is to display the location of the company and provide a routing service to this address, or to perform more sophisticated operations that can be developed from the Application Programming Interface (API , its acronym in English).

Tradução
Saiba mais sobre o uso e as tendências do Cloud GIS
A computação nas “nuvens”, em inglês chamada de Cloud Computing, é uma tendência na internet do futuro. Mas você sabe o que significa esta expressão?
Muita gente já deve ter ouvido falar, outras pessoas não sabem do que se trata, mas a computação nas nuvens tem sido um assunto bem estudado e alvo de investimentos de grandes empresas como, por exemplo, a Google.
No universo do GIS, também conhecido como Cloud GIS, o exemplo mais popular é o Google Maps e Google Earth, no qual os usuários têm acesso a uma infinidade de mapas, imagens de satélite, fotos, além de serviços básicos de geocodificação de endereços e roteirização.
Muitos websites, hoje, utilizam em seu conteúdo o Google Maps, seja para exibir a localização da empresa e disponibilizar um serviço de roteirização para este endereço, ou para realizar operações mais sofisticadas que podem ser desenvolvidas a partir da Interface de Programação de Aplicações (API, na sigla em inglês).
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Europe launches online mapping service for citizens

The European Environment Agency recently launched a global mapping of the Earth, which gives information about the planet's environment, such as air quality in more than one thousand monitoring stations in Europe, plus the ability to access state of contamination air from one station to another.
Called Eye on Earth, the service is a two-way communication platform, which includes the participation of scientists and citizens who make environmental observations. Among the data available are those relating to air quality and also water, which has several years of historical data. This service is called WaterWatch, and often rely on recent data from 2009.
Through this online platform is possible to obtain data on the quality of the beaches, the noise level, coastal erosion, soil contamination, the oil spills, among other indicators such as NoiseWatch, an online service that evaluates the noise pollution in 164 European countries. In addition the user can create, save and print custom maps and access different maps anywhere in the world and in several languages, with data from the contamination of water and air.
Tradução
Europa inaugura serviço de cartografia online para cidadãos
A Agência Europeia do Meio Ambiente lançou um serviço de cartografia global da Terra, que permite obter informações sobre o meio ambiente do planeta, como a qualidade do ar nas mais de mil estações de controle da Europa, além da possibilidade de acesso à situação da contaminação do ar entre uma estação e outra.
Denominado Eye on Earth, o serviço é uma plataforma de comunicação bidireccional, que conta com a participação de cientistas e de cidadãos que fazem observações ambientais. Entre os dados disponibilizados estão os que dizem respeito à qualidade do ar e também da água, que conta com dados históricos de vários anos. Este serviço é chamado de WaterWatch, e conta muitas vezes com dados recentes de 2009.
Através desta plataforma online é possível obter dados sobre a qualidade das praias, o nível de ruído, a erosão costeira, a contaminação dos solos, os derrames de crude, entre outros indicadores como o NoiseWatch, um serviço online que avalia a contaminação acústica em 164 países da Europa. Além disso o usuário pode criar, gravar e imprimir mapas personalizados e acessar diferentes mapas de qualquer parte do planeta e em vários idiomas, com dados da contaminação da água e do ar.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
New tool promises to improve spatial analysis and modeling

The SuperG Technologies, a developer of GIS software and solutions, is launching a tool for spatial processing SuperG Spatial Analyst 3, which integrates with SuperG Desktop 3.1 software, promising to complete advanced analysis and spatial tasks.
Designed to extract geo-information applications, SuperG Spatial Analyst provides users with three different analysis methods, attributes such as geographic and geometric relationships. To increase the performance and accuracy of data analysis, the tool uses new algorithms, that give users more flexibility and ability to perform analysis tasks. This tool also includes extension of spatial models as distance analysis, interpolation, generalization, and local analysis.
With the tool, users can can create, analyze and query raster data for various applications, including hydrology of the land, environmental protection, facilities management, distribution of medical resources and analysis of infectious diseases. According to the Superga, the new tool will be launched in Q1 2012 with affordable price.
Tradução
Nova ferramenta promete melhorar análise e modelagem espacial
A SuperGeo Technologies, desenvolvedora de softwares e soluções GIS, está lançando a ferramenta para processamento espacial SuperGIS Spatial Analyst 3, que integra-se ao software SuperGIS Desktop 3.1, prometendo completar análises e tarefas espaciais avançadas.
Projetado para extrair informações de geo-aplicações, o SuperGIS Spatial Analyst 3 fornece aos usuários vários métodos de análise, tais como atributos geográficos e relações geométricas. Para aumentar o desempenho operacional e a precisão da análise de dados, a ferramenta usa novos algoritmos, que dão aos usuários mais flexibilidade e capacidade de realizar tarefas de análise. Esta ferramenta de extensão também inclui modelos espaciais como análise de distância, de interpolação, de generalização e análise local.
Com a ferramenta, usuários podem podem criar, analisar e consultar dados raster para diversas aplicações, inclusive de hidrologia do terreno, proteção ambiental, gerenciamento de instalações, distribuição de recursos médicos e análise de doenças infecciosas. De acordo com a SuperGeo, a nova ferramenta será lançada no 1º trimestre de 2012 com preço acessível.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Geospatial information is applied in studies of the greenhouse effect

New research projects of the NMA were approved in competitive tender. The results were reported by Embrapa in late December. Among the approved projects for networks of GHG GHG Grains and Forests on the emission of greenhouse gases by these production systems, and even a project on management of geospatial information.
In order to assess the impacts of Brazilian agriculture and forestry in climate change, major research networks were established by Embrapa to quantify the balance of greenhouse gases (GHG) production systems in the different Brazilian biomes. In the last announcement, three project components of NMA were approved as part of these initiatives. Since last year, the Unit also participates in the Network pecus, turned to cattle ranching in Brazil.
Through the network GHG grains, the project led by researcher Daniel Castro Victoria is responsible for mapping, spatial and classification of grain production systems using remote sensing. An overview of national agriculture will be drawn from the data side of agricultural production. Victoria explains that an online platform will be mounted (WebGIS) in which the sample areas in different biomes, will be defined and serve as control targets for training and validation of different classification systems for use and land cover from remote sensing .
The economic evaluation of technologies and policies to mitigate emissions of greenhouse gases in grain production systems is the subject of another project component of the GHG network grains, under the leadership of the researcher from Embrapa Satellite Monitoring, Sérgio Gomes Tost. By design, there is the work of classification and spatial location of the main grain production systems, its characterization and economic analysis, the formulation of mathematical programming models and integrated assessment of the production system, public policy and development scenarios.
Component of the network that studies the dynamics of the emission of greenhouse gases and carbon stocks in natural and planted forests (Forest GHG), the bill passed by the NMA will digitally classify and estimate the carbon stock of forest areas across biomes, through remote sensing. The project leader, Edson Bolfo explains protocols that will be generated mapping carbon cost less than traditional protocols and ability to extrapolate local features for geographically broader.
Management of geospatial information
The research project "Advances in the Management of Geospatial Information to Support Research, Development and Agricultural Innovation" was approved under the macro-program of Embrapa-oriented institutional development of the Company. Under the leadership of the analyst NMA, Debora Pignatari Drucker, the project intends to expand the supply and accelerate the dissemination of geospatial information by Embrapa through the implementation of a repository of data and metadata. The proposal is consistent with the guidelines of the National Spatial Data Infrastructure (NSDI), established by decree and propose a standard for integrating all geospatial data existing in the various institutions of the Brazilian government.
With information from the NMA
Tradução
Informação geoespacial é aplicada em estudos do efeito estufa
Novos projetos de pesquisa da Embrapa Monitoramento por Satélite foram aprovados em edital competitivo. Os resultados foram divulgados pela Embrapa neste final de dezembro. Entre os aprovados há projetos das redes GEE Grãos e GEE Florestas, sobre a emissão de gases de efeito estufa por parte desses sistemas de produção, e ainda um projeto sobre gestão da informação geoespacial.
Com o intuito de avaliar os impactos da agropecuária e silvicultura brasileira nas mudanças climáticas, grandes redes de pesquisa foram implantadas pela Embrapa para quantificar os balanços de gases de efeito estufa (GEE) em sistemas produtivos brasileiros nos diferentes biomas. No último edital, três projetos componentes da Embrapa Monitoramento por Satélite foram aprovados como parte dessas iniciativas. Desde o ano passado, a Unidade também participa da Rede Pecus, voltada para a atividade pecuária brasileira.
Pela rede GEE Grãos, o projeto liderado pelo pesquisador Daniel de Castro Victoria será responsável pelo mapeamento, espacialização e classificação dos sistemas produtivos de grãos com o uso de sensoriamento remoto. Um panorama nacional da agricultura será traçado a partir de dados secundários de produção agrícola. Victoria explica que será montada uma plataforma online (WebGIS) na qual as áreas amostrais, nos diferentes biomas, estarão delimitadas e servirão como alvos de controle para o treinamento e validação de diferentes sistemas de classificação de uso e cobertura do solo a partir de sensores remotos.
A avaliação econômica de tecnologias e políticas para mitigação de emissões de gases de efeito estufa em sistemas de produção de grãos é tema de outro projeto componente da rede GEE Grãos, sob liderança do pesquisador da Embrapa Monitoramento por Satélite, Sérgio Gomes Tôsto. Pelo projeto, haverá o trabalho de tipificação e localização espacial dos principais sistemas de produção de grãos, sua caracterização e análise econômica, a formulação de modelos de programação matemática e a avaliação integrada de sistema de produção, políticas públicas e elaboração de cenários.
Componente da rede que estuda a dinâmica da emissão de gases de efeito estufa e dos estoques de carbono em florestas naturais e plantadas (GEE Floresta), o projeto aprovado pela Embrapa Monitoramento por Satélite vai classificar digitalmente e estimar o estoque de carbono de áreas de florestas nos biomas brasileiros, por meio de sensoriamento remoto. O líder do projeto, Édson Bolfe, explica que serão gerados protocolos de mapeamento de carbono com custo inferior aos protocolos tradicionais e com possibilidade de extrapolar características locais para regiões geograficamente mais abrangentes.
Gestão da informação geoespacial
O projeto de pesquisa “Avanços na Gestão da Informação Geoespacial para Suporte à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Agropecuária” foi aprovado no âmbito do macroprograma da Embrapa orientado para o desenvolvimento institucional da Empresa. Sob liderança da analista da Embrapa Monitoramento por Satélite, Debora Pignatari Drucker, o projeto pretende ampliar o fornecimento e acelerar a disseminação da informação geoespacial pela Embrapa por meio da implantação de um repositório de dados e metadados. A proposta tem consonância com as diretrizes da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE), instituída por decreto e que propõe um padrão para integrar todos os dados geoespaciais existentes nas diversas instituições do governo brasileiro.
Com informações da Embrapa Monitoramento por Satélite
domingo, 11 de dezembro de 2011
What is, in essence, the GIS?
It is a technology that, using the resources of computer graphics and digital image processing, geographic information associated with a conventional database. Thus, it is possible to retrieve information not only based on alphanumeric characteristics, but also through its spatial location. Thus, it can link what are companies whose activities are potentially polluting, and also how many trees there are in a region and where they are precisely located.
The environment integrates GIS professionals from varied backgrounds, powerful features, in order to respond adequately to the needs of planners, geographers, geologists, civil engineers, forestry, cartography, entrepreneurs, decision makers in the administration of cities and the environment.
The feature of GIS is the spatial or geographic reference data. This feature is also the link between the various information. These are grouped into levels or layers of the same subject of interest. For example, on a base map of a city are constructed graphically or scanned are located at another level of information, the grid, water mains or sewers, the network of public schools of post-hospital medical care, etc..
GIS - Geographical Information System, is the most complex process belonging to the GIS technology. These computerized systems are intended for collection, storage, analysis and processing of spatial data, alphanumeric and the generation of the intersection of these data.
Their most popular applications are those related to taxation, planning and support the implementation of engineering and environment. Its formal definition is: "a management system computer database that can capture, store, search, analyze and display spatial data, positionally defined." Its main merit is to allow ad hoc queries for decision making.
Speaking of Data
Information can be basic, which will launch on other levels or specific information, with which I will write the various themes. The basic information usually comes from digital cartography.
In addition to the spatial attribute, the data has other attributes that are contained in the databases or conventional alphanumeric. Are additional data that characterize the phenomenon. For example, a river is characterized by being spatially one line and can be graphically represented as such, but also has alphanumeric attributes such as water volume, width, etc..
Getting the most common spatial data, is through a survey aerophotogrammetric passing through a refund. In addition to this source, the data can come from a satellite image, orthophoto, topographic and others.
Speaking of Integration
The interdependent nature of the state matches well with the idea of GIS. A state agency is not separate, but interconnected with others to which it provides information which it receives and many others. A Geographic Information System - GIS, does not apply to a single department or state agency, but it is powerful as it integrates with others, enriching the analysis done by paying more to reach conclusions, visualizing and explaining group phenomena, providing greater information to the foundation.
It is worth mentioning that the attainment and maintenance of data for a GIS represents a very large portion of the costs, which reinforces the need for integration, especially of databases.
In future, we'll talk more about aspects of the State Integration in relation to GIS.
Tradução
O que é, em essência, o geoprocessamento?
É uma tecnologia que, utilizando recursos de computação gráfica e processamento digital de imagens, associa informações geográficas a banco de dados convencionais. Assim, é possível recuperar informações não apenas com base em suas características alfanuméricas, mas também através de sua localização espacial. Desta forma, pode-se relacionar quais são empresas cujas atividades são potencialmente poluidoras, e também quantas árvores há em uma região e onde estão precisamente localizadas.
O ambiente de geoprocessamento integra profissionais das mais variadas formações, recursos poderosos, visando a resposta adequada às necessidades de urbanistas, geógrafos, geólogos, engenheiros civis, florestais, cartógrafos, empresários, agentes de decisão na administração das cidades e do meio ambiente.
A característica do Geoprocessamento é a referência espacial ou geográfica nos dados. Essa característica também é o elo de ligação entre as diversas informações. Estas estão grupadas em níveis ou layers de um mesmo assunto de interesse. Por exemplo, sobre um mapa básico de uma cidade digitalizado se constroem graficamente ou se localizam em outro nível de informação, a rede elétrica, a rede de água ou esgotos, a rede de escolas públicas, de postos de assistência médico-hospitalar, etc.
O GIS - Geographical Information System, constitui o mais complexo processo pertencente à tecnologia de Geoprocessamento. Estes sistemas informatizados são destinados à coleta, armazenamento, análise e tratamento de dados espaciais, alfanuméricos e na geração do cruzamento destes dados.
Suas aplicações mais conhecidas são aquelas relacionadas à tributação, planejamento e suporte à execução de projetos de engenharia e meio ambiente. Sua definição formal consiste em: "um sistema de gerenciamento de banco de dados computadorizado capaz de capturar, armazenar, pesquisar, analisar e mostrar dados espaciais, posicionalmente definidos." Seu principal mérito é permitir consultas ad hoc, para tomada de decisão.
Falando dos Dados
As informações podem ser básicas, sobre as quais vou lançar outros níveis de informações ou específicas, com as quais vou compor os diversos temas. As informações básicas normalmente vêm da cartografia digital.
Além do atributo espacial, o dado tem outros atributos que constam dos bancos de dados alfanuméricos ou convencionais. São os dados complementares que caracterizam o fenômeno. Por exemplo, um rio se caracteriza espacialmente por ser uma linha e pode ser representado graficamente como tal; mas possui também atributos alfanuméricos tais como: volume d'água, largura, etc.
A obtenção mais comum do dado espacial, é por intermédio de um levantamento aerofotogramétrico que passa por uma restituição. Além dessa origem, o dado pode vir de uma imagem de satélite, ortofoto, topografia e outros.
Falando da Integração
A natureza interdependente do Estado combina bem com a idéia de Geoprocessamento. Um Órgão do Estado não existe isolado, mas sim interligado com outros aos quais presta informações e dos quais recebe outras tantas. Um Sistema de Informações Geográficas - GIS, não se aplica a um departamento ou um só Órgão Estadual, mas ele fica poderoso à medida que se integra aos demais, enriquecendo as análises feitas, prestando maior abrangência às conclusões, visualizando e explicando grupo de fenômenos, prestando maior embasamento às informações.
Vale ressaltar ainda que a obtenção e manutenção dos dados para um GIS representa uma parcela muito grande dos custos, o que reforça a necessidade de integração, principalmente das bases de dados.
Em números futuros, falaremos mais sobre aspectos da Integração Estadual, no que se refere a Geoprocessamento.
The environment integrates GIS professionals from varied backgrounds, powerful features, in order to respond adequately to the needs of planners, geographers, geologists, civil engineers, forestry, cartography, entrepreneurs, decision makers in the administration of cities and the environment.
The feature of GIS is the spatial or geographic reference data. This feature is also the link between the various information. These are grouped into levels or layers of the same subject of interest. For example, on a base map of a city are constructed graphically or scanned are located at another level of information, the grid, water mains or sewers, the network of public schools of post-hospital medical care, etc..
GIS - Geographical Information System, is the most complex process belonging to the GIS technology. These computerized systems are intended for collection, storage, analysis and processing of spatial data, alphanumeric and the generation of the intersection of these data.
Their most popular applications are those related to taxation, planning and support the implementation of engineering and environment. Its formal definition is: "a management system computer database that can capture, store, search, analyze and display spatial data, positionally defined." Its main merit is to allow ad hoc queries for decision making.
Speaking of Data
Information can be basic, which will launch on other levels or specific information, with which I will write the various themes. The basic information usually comes from digital cartography.
In addition to the spatial attribute, the data has other attributes that are contained in the databases or conventional alphanumeric. Are additional data that characterize the phenomenon. For example, a river is characterized by being spatially one line and can be graphically represented as such, but also has alphanumeric attributes such as water volume, width, etc..
Getting the most common spatial data, is through a survey aerophotogrammetric passing through a refund. In addition to this source, the data can come from a satellite image, orthophoto, topographic and others.
Speaking of Integration
The interdependent nature of the state matches well with the idea of GIS. A state agency is not separate, but interconnected with others to which it provides information which it receives and many others. A Geographic Information System - GIS, does not apply to a single department or state agency, but it is powerful as it integrates with others, enriching the analysis done by paying more to reach conclusions, visualizing and explaining group phenomena, providing greater information to the foundation.
It is worth mentioning that the attainment and maintenance of data for a GIS represents a very large portion of the costs, which reinforces the need for integration, especially of databases.
In future, we'll talk more about aspects of the State Integration in relation to GIS.
Tradução
O que é, em essência, o geoprocessamento?
É uma tecnologia que, utilizando recursos de computação gráfica e processamento digital de imagens, associa informações geográficas a banco de dados convencionais. Assim, é possível recuperar informações não apenas com base em suas características alfanuméricas, mas também através de sua localização espacial. Desta forma, pode-se relacionar quais são empresas cujas atividades são potencialmente poluidoras, e também quantas árvores há em uma região e onde estão precisamente localizadas.
O ambiente de geoprocessamento integra profissionais das mais variadas formações, recursos poderosos, visando a resposta adequada às necessidades de urbanistas, geógrafos, geólogos, engenheiros civis, florestais, cartógrafos, empresários, agentes de decisão na administração das cidades e do meio ambiente.
A característica do Geoprocessamento é a referência espacial ou geográfica nos dados. Essa característica também é o elo de ligação entre as diversas informações. Estas estão grupadas em níveis ou layers de um mesmo assunto de interesse. Por exemplo, sobre um mapa básico de uma cidade digitalizado se constroem graficamente ou se localizam em outro nível de informação, a rede elétrica, a rede de água ou esgotos, a rede de escolas públicas, de postos de assistência médico-hospitalar, etc.
O GIS - Geographical Information System, constitui o mais complexo processo pertencente à tecnologia de Geoprocessamento. Estes sistemas informatizados são destinados à coleta, armazenamento, análise e tratamento de dados espaciais, alfanuméricos e na geração do cruzamento destes dados.
Suas aplicações mais conhecidas são aquelas relacionadas à tributação, planejamento e suporte à execução de projetos de engenharia e meio ambiente. Sua definição formal consiste em: "um sistema de gerenciamento de banco de dados computadorizado capaz de capturar, armazenar, pesquisar, analisar e mostrar dados espaciais, posicionalmente definidos." Seu principal mérito é permitir consultas ad hoc, para tomada de decisão.
Falando dos Dados
As informações podem ser básicas, sobre as quais vou lançar outros níveis de informações ou específicas, com as quais vou compor os diversos temas. As informações básicas normalmente vêm da cartografia digital.
Além do atributo espacial, o dado tem outros atributos que constam dos bancos de dados alfanuméricos ou convencionais. São os dados complementares que caracterizam o fenômeno. Por exemplo, um rio se caracteriza espacialmente por ser uma linha e pode ser representado graficamente como tal; mas possui também atributos alfanuméricos tais como: volume d'água, largura, etc.
A obtenção mais comum do dado espacial, é por intermédio de um levantamento aerofotogramétrico que passa por uma restituição. Além dessa origem, o dado pode vir de uma imagem de satélite, ortofoto, topografia e outros.
Falando da Integração
A natureza interdependente do Estado combina bem com a idéia de Geoprocessamento. Um Órgão do Estado não existe isolado, mas sim interligado com outros aos quais presta informações e dos quais recebe outras tantas. Um Sistema de Informações Geográficas - GIS, não se aplica a um departamento ou um só Órgão Estadual, mas ele fica poderoso à medida que se integra aos demais, enriquecendo as análises feitas, prestando maior abrangência às conclusões, visualizando e explicando grupo de fenômenos, prestando maior embasamento às informações.
Vale ressaltar ainda que a obtenção e manutenção dos dados para um GIS representa uma parcela muito grande dos custos, o que reforça a necessidade de integração, principalmente das bases de dados.
Em números futuros, falaremos mais sobre aspectos da Integração Estadual, no que se refere a Geoprocessamento.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
GIS - an Introduction
1. CONCEPT
The GIS processing alphanumeric information linking them to a geographic location. It is characterized as a multidisciplinary area, involving:
* Computer Science.
* Information Management.
* Data Communication.
* Cartography.
* Remote Sensing.
* Photogrammetry.
* Geography.
* Geodesy.
* Statistics, etc..
2. FEATURES
* Multidisciplinarity.
* Spatial and alphanumeric data.
* Because space (feature) has attributes of location (coordinates) and geometry (shape).
* Geographic space has spatial relations (topological) intersection, contained in, contained in, out, far, near, etc..
3. Geotechnology
With the advent of Digital Cartography and advances in IT, it was possible to work with a geo-referenced information. The tools used for this are called geo: Remote Sensing, GPS, Digital Cartography, Geodesy, orthophotos.
In turn, communication networks, the resources of more powerful hardware and GIS software more user friendly, easy to program, came to the meeting of these advances. To put geoprocessing functions on the Internet, the condition is that communication networks are high-speed data traffic graph.
4. FUNCTIONS GEOPROCESSAMENTO
One can develop GIS functions to:
* Spatialize information. Example: to show that the neighborhood is a disease.
* Making various spatial relationships between different levels of information that have to do with a phenomenon. Eg rainfall, temperature, population, age, family income, having to do with the occurrence of a disease; rivers, conservation areas, garbage disposal, watershed, industries, having to do with environmental management.
* Designing scenarios. Simulations in one of the factors, analyze all the impacts, urban planning. Example: plan creating a business center, managing the growth of cities.
* Make crosses with levels of information, creating thematic maps as a result.
5. AREAS OF APPLICATION
* Telecommunications: network management and service.
* Marketing: knowing where are the customers, placing a product planning, point of sale, taking into account characteristics such as location and income of the target audience.
* Security: 190 service. Find the instance, to locate the vehicle closest to an emergency, optimizing routes for the service or developing scripts for policing.
* Education: Planning for the construction or expansion of schools, classrooms. Distribution of the school network, registration online.
Monitoring Program Govern-mental: where resources were applied.
* Environmental management to monitor impacts on nature by a particular action, whether exploratory or prevention. Management of natural resources.
* Health: detecting outbreaks of diseases, establish connections with environmental factors, for example.
* Engineering: design of the road, using various types of surveys: Geodesic Network, Restitution aerophotogrammetric, GPS, surveying and geological map.
* Urban Management: Urban planning, supervision of occupation and land use, urban redevelopment, transportation planning, supervision.
* Dealers Water and Light: network management and service.
* Publishers of electronic guides on CD and via the Internet, Transport and Distribution, Call Center.
* Tourist information: routes to choose the best path.
6. HOW TO ALLOW geoprocessing
Information Systems that use geotechnology are called Geographic Information Systems Geographic Information System or GIS.
They have special features such as:
* They have spatial and alphanumeric data;
* They have a multidisciplinary approach. Involve cartographers, systems analysts and business owner or user;
* Spatial data is from various sources: return mapping, GPS, satellite images, orthophotos, topo-graphic surveying, digitizing analog maps;
* It has software that interprets the spatial data stored in the database, other attributes associated with tables in the database, makes spatial analysis, displays the result in another map (theme) video local or remote (internet, eg.) prints, plots or writes to the output file;
* Data should be modeled, processed and updated by the system functions;
* More about the data:
- The mapping or spatial data should be considered before because extrapolates the field of business. It is an information infrastructure. Should seek and choose a scale compatible levels of information (features) necessary for the purpose of the system. Eg rivers, roads, vegetation, roads, schools. This data can be stored in a RDBMS or zenado in local files. Data are quite stable, which usually is not up to update the system.
- The alphanumeric data should be stored in RDBMS tables - Management System Relational Database. His integrity and consistency are provided by the Geographic Information System. It is the business that wants to show.
7. GIS platform was used
The cartographic data, should be modeled as a complete universe. As entities and attributes. And stored in relational database.
To run GIS is recommended to use a System Manager relational database to provide the security and integrity of information, both spatial and alphanumeric. In it you can also store the spatial data or graphics. The only restriction to this is that it provides the graphical integrity, ie to the database, this data type is a black box, and he does not enter the substance of the geometry or shape.
To provide the management chart itself, it is by other software, which is a layer on the RDBMS (Sybase, Informix, Oracle, etc.).. All access to the database, passes through it. If the command involves only alphanumeric data, it passes straight. But if the demand involves a given space, then it takes over and manages the operation (eg ESRI SDE).
The cartographic data well managed and stored can be accessed for some queries the database entities (rivers, vegetation, eg.) Or written to files to access the software that will make the space functions.
The GIS software can run on a workstation, programmed in the language of their own software or Active X component in applications developed in a visual language (Delphi, Access or Visual Basics), networked or stand alone.
Tradução
Geoprocessamento - uma Introdução
1. CONCEITO
O geoprocessamento processa informações alfanuméricas, associando-as a uma localização geográfica. Caracteriza-se como uma área multidisciplinar, envolvendo:
* Ciência da Computação.
* Gerenciamento da Informação.
* Comunicação de Dados.
* Cartografia.
* Sensoriamento Remoto.
* Fotogrametria.
* Geografia.
* Geodésia.
* Estatística, etc.
2. CARACTERÍSTICAS
* Multidisciplinaridade.
* Dados alfanuméricos e espaciais.
* Dado espacial, (feição) tem atributos de localização (coordenadas) e geometria (forma).
* Espaço geográfico possui relações espaciais (topológicas): interseção, contido em, contido por, fora, longe, perto, etc.
3. GEOTECNOLOGIA
Com o advento da Cartografia Digital e os avanços na área da Informática, foi possível se trabalhar com uma informação georeferenciada. As ferramentas usadas para isso são chamadas de geotecnologias: Sensoriamento Remoto, GPS, Cartografia Digital, Geodésia, Ortofotos.
Por sua vez, as redes de comunicação, os recursos de hardware mais potentes e os softwares de GIS mais amigáveis, fáceis de programar, vieram ao encontro a desses avanços. Para colocar funções de geoprocessamento na Internet, a condição é que as redes de comunicação sejam de alta velocidade para o tráfego do dado gráfico.
4. FUNÇÕES DE GEOPROCESSAMENTO
Pode-se desenvolver funções de Geoprocessamento para:
* Espacializar informações. Ex.: mostrar em que bairro ocorre uma doença.
* Fazer relações espaciais entre vários níveis de informações diferentes que tenham a ver com um fenômeno. Ex.: chuvas, temperatura, população, faixa etária, renda familiar, tendo a ver com a ocorrência de certa doença; rios, áreas de preservação, depósito de lixo, bacia hidrográfica, indústrias, tendo a ver com gestão ambiental.
* Projetar cenários. Fazendo simulações em um dos fatores, analisar impactos no todo; planejamento urbano. Ex.: planejar criação de centro de negócios, administrar o crescimento das cidades.
* Fazer cruzamentos com níveis de informações, gerando mapas temáticos como resultado.
5. ÁREAS DE APLICAÇÃO
* Telecomunicações: gerenciamento de redes e atendimento.
* Marketing: sabendo onde estão os clientes, planejar colocação de um produto, pontos de venda, levando em conta características como: localização e renda do público alvo.
* Segurança: atendimento 190. Localizar a ocorrência, localizar as viaturas mais próximas de uma emergência, otimizando rotas para o atendimento ou elaborando roteiros para policiamento.
* Educação: planejamento de construção ou ampliação de escolas, salas de aulas. Distribuição da rede escolar, matrícula on-line.
Acompanhamento de Programas Governa-mentais: onde foram aplicados recursos.
* Gestão ambiental para acompanhar impactos na natureza por determinada ação, seja ela exploratória ou de prevenção. Administração dos recursos naturais.
* Saúde: detectar focos de doenças, estabelecer conexões com fatores ambientais, por exemplo.
* Engenharia: projeto de estrada, usando levantamentos de diversos tipos: Rede Geodésica, Restituição aerofotogramétrica, GPS, levantamentos topográficos e mapa geológico.
* Administração Urbana: Planejamento urbano, fiscalização de ocupação e uso do solo, reordenamento urbano, planejamento de transportes, fiscalização.
* Concessionárias de Água e Luz: administração de redes e atendimento.
* Editoras de guias eletrônicos em CD e via Internet, Transportadoras e Distribuidoras, Call Center.
* Informações Turísticas: rotas para a escolha do melhor caminho.
6. COMO SE VIABILIZA O GEOPROCESSAMENTO
Os Sistemas de Informações que usam geotecnologias são chamados de Sistemas de Informações Geográficas ou Geographic Information System GIS.
Eles têm características especiais, como:
* Apresentam dados alfanuméricos e espaciais;
* Possuem multidisciplinaridade. Envolvem cartógrafos, analistas de sistemas e o dono do negócio ou o usuário;
* Os dados espaciais são de diversas origens: restituição cartográfica, GPS, imagens orbitais, ortofotos, levantamentos topo-gráficos, digitalização de mapas analógicos;
* Possui software que interpreta o dado espacial armazenado em banco de dados, associa a outros atributos em tabelas de banco de dados, faz análises espaciais, exibe o resultado em outro mapa (temático) em vídeo local ou remoto (internet, por ex.), imprime, plota ou grava em arquivo de saída;
* Os dados devem ser modelados, tratados e atualizados pelas funções do sistema;
* Mais sobre os dados:
- O dado cartográfico ou espacial deve ser pensado antes, pois extrapola a área de atuação do negócio. É uma informação de infra-estrutura. Deve se buscar a escala compatível e escolher os níveis de informações (feições) necessários para a finalidade do sistema. Ex.: Rios, estradas, vegetação, vias públicas, escolas. Esse dado pode ser arma-zenado em SGBDR ou em arquivos locais. São dados bastante estáveis, cuja atualização normalmente não é objetivo do sistema.
- O dado alfanumérico deve ser armazenado em tabelas de SGBDR - Sistema Gerenciador de Banco de Dados Relacional. Sua integridade e consistência são providenciadas pelo Sistema de Informações Geográficas. É o negócio que se quer mostrar.
7. PLATAFORMA USADA EM GIS
O dado cartográfico, deve ser modelado como um universo completo. Como entidades e atributos. E armazenados em Banco de Dados Relacional.
Para rodar GIS recomenda-se usar um Sistema Gerenciador de Banco de Dados Relacional para oferecer a segurança e integridade das informações, tanto espaciais como alfanuméricas. Nele pode-se armazenar também os dados espaciais ou gráficos. A única restrição a isto é que ele não providencia a integridade gráfica, ou seja, para o Banco de Dados, este tipo de dado é uma caixa preta, e ele não entra no mérito da geometria ou forma.
Para prover o gerenciamento gráfico propriamente dito, faz-se por outro software, que é uma camada sobre o SGBDR (Sybase, Informix, Oracle, etc.). Todo acesso ao Banco de Dados, passa por ele. Se o comando envolver só dados alfanuméricos, ele deixa passar direto. Mas se a demanda envolver um dado espacial, então ele toma as rédeas e gerencia a operação (por exemplo SDE da ESRI).
O dado cartográfico assim gerenciado e armazenado pode ser acessado para consultas de algumas entidades do Banco de Dados (Rios, vegetação, por ex.) ou gravado em arquivos para o acesso do software que fará as funções espaciais.
O software GIS pode executar em uma estação de trabalho, programado em linguagem própria do software ou um componente Active X em aplicativos desenvolvidos em alguma linguagem visual (Delphi, Access ou Visual Basics), em rede ou stand alone.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
The Importance of geoprocessing in Environmental Expertise and Audit

SUMMARY: GIS becomes the automated use of information, which is somehow linked to an exact place in space, either by address or by a mere right coordinates. There are several systems that are part of the GIS, among which are the GIS or Geographic Information System, which becomes the system that brings greater processing and analysis of spatial data.
The use of these systems develops information that allows decisions to put into practice actions.
These systems apply to any subject that manipulates data or information linked to a particular place in space, and that its elements can be represented in a map, such as homes, schools, hospitals, and so on.
Many times the volume of information makes the quality of information, but also the union of the important factors for a good decision. This is where collaboration comes GIS systems, and especially the GIS.
Around the world in which we live, today, where technology evolves more and more, and its evolution is so rapid, that even the news that are to flow, no longer are more new features, GIS would be no different, as it makes use of technological developments, to facilitate the difficulties, and is nothing more than the addition of technologies for gathering, processing, development and use of georeferenced information.
ABSTRACT: Geoprocessing Comes to the use of automated information, WHICH IS Somehow linked to an exact place in space, or through a simple address or coordinates Certain. There are Several systems are part of Geoprocessing That, Which are among the GIS or Geographic Information System, Which Is to Be That system combines the Greater capacity for processing and analysis of spatial data.
The use of such information systems is to decide to put into practice actions. These systems are subject That Applied to manipulate any data or information related to a particular place in space, and That Can Be Represented ITS elements in the map, such as homes, schools, hospitals, and so on.
Often the volume of information makes the quality of information, but Also the union of the important factors for the decision-wise. This is where collaboration Between the systems of Geoprocessing and GIS mainly.
Around the World in Which We Live, today, where technology evolves more and more, and Its development is so rapid, That even the news That Are to flow, since most are not new, the Geoprocessing not be different, because That makes use of the development of technology to ease the Difficulties, and is nothing more than the combination of technologies for Collecting, processing, development and use of georeferenced information.
GEOPROCESSAMENTO THE IMPORTANCE OF THE AUDIT AND ENVIRONMENTAL EXPERTISE
The GIS uses tools, resources and data that analysts can recognize the temporal and spatial evolution of a given geographical phenomenon and its connection with others.
It is a technology that involves all areas of training, does not require any item to be applied, ie, any expert can make use of its technology to benefit in their research or work. However to use, it is necessary that the concepts of the disciplines are transformed into computational representations.
These computational tools are characterized as geographic information systems or GIS by the acronym, as it is known, which allows it to be made more complex and extensive analysis, the data from several sources involved in forming and georeferenced databases. It also aids the ability to automate the production of cartographic documents.
Using tools such as satellite images, aerial photographs, maps, databases and specific applications, the GIS allows the generation of information and analysis needed to take rapid and effective decision-making, becoming therefore an important tool in planning actions in the environmental area.
Any industry that work with information that may be related to a location in the territory may, in principle, make use of geoprocessing tools.
The GIS is a tool of great importance where its usefulness is unique to the conservation of biodiversity, through the ability to collect spatial data relevant to several studies, such as thematic data and distribution of species, also allows a very detailed analysis, as the identification of priority areas for conservation, definition of biodiversity corridors, the basis for decision support systems.
In the environmental area, the GIS is one of, if not more, tools used for monitoring, for example, the vegetation and land use, levels of soil erosion, water pollution and air pollution, illegal waste disposal, and so for later. Likewise, this technology can be used in analysis of habitat quality and fragmentation.
The GIS is also useful in the political definitions and guidelines in government management. When accurately identified the areas affected by a particular decision, the government can better plan the impact of their actions.
Similarly, by recording and analysis of requests and access to the base map, you can narrow the government relations with citizens.
The importance of GIS in environmental auditing and expertise, could not be greater, since a technology value as high as the GIS, only come to favor.
The powerful GIS has mechanisms to express the structure of space, offers a range of tools ara process the environmental data with great precision, and approach that allow the expression of logical and mathematical procedure.
In a country with continental dimensions of such a proportion as Brazil, with a huge shortage in the lack of information which we think are most appropriate to be making decisions about urban problems, rural and environmental features and the GIS has a enormous potential, especially when it concerns the relatively low cost technology, where knowledge is available locally.
Here in Brazil, the GIS industry has been growing, but slowly, as compared to the rest of the world, geoprocessing increases with the problems today such as the environment, infrastructure, social conflicts, and so on.
People then begin to realize that it is necessary to use a new approach, that is, a vision that is general, encompassing, and that relates to the world as a whole. Therefore geographic focus.
Currently in Brazil, any public or private organization can use GIS without the need for large investments.
Virtually all schools in the country can use geographic information free of charge in federal, state and municipal governments, many ministries, departments, agencies, local governments are already making use of geoprocessing, but nevertheless a few with the consolidated management tool.
Tradução
A Importância do GEOPROCESSAMENTO na Auditoria e Perícia Ambiental
RESUMO: Geoprocessamento vem a ser o uso automatizado de informação, onde de alguma maneira está ligada a um exato lugar no espaço, seja por meio de um mero endereço ou por coordenadas certas. São vários os sistemas que fazem parte do Geoprocessamento, entre eles os quais, estão o GIS ou Sistema de Informação Geográfica, que vem a ser o sistema que reúne maior capacidade de processamento e análise de dados espaciais.
O uso destes sistemas desenvolve informações que permitem tomar decisões para colocar em pratica ações.
Estes sistemas se aplicam a qualquer tema que manipule dados ou informações vinculadas a um determinado lugar no espaço, e que seus elementos possam ser representados em um mapa, como casas, escolas, hospitais, e assim por adiante.
Muitas vezes o volume de informações dificulta a qualidade da informação, mas, também a união dos fatores importantes para uma decisão acertada. É neste aspecto que entra a colaboração dos sistemas de Geoprocessamento, e principalmente do GIS.
Em torno do mundo em que se vive, nos dias de hoje, onde a tecnologia evolui cada vez mais e mais, e sua evolução é tão rápida, que, até mesmo as novidades que estão para fluir, já nem são mais novidades, o Geoprocessamento não seria diferente, uma vez que faz uso da evolução da tecnologia, para facilitar as dificuldades, e nada mais é do que a junção de tecnologias de coleta, tratamento, desenvolvimento e uso de informações georreferenciadas.
ABSTRACT: Geoprocessing comes to the use of automated information, which is somehow linked to an exact place in space, or through a simple address or coordinates certain. There are several systems that are part of Geoprocessing, among which are the GIS or Geographic Information System, which is to be the system that combines greater capacity for processing and analysis of spatial data.
The use of such information systems is to decide to put into practice actions. These systems are applied to any subject that manipulate data or information related to a particular place in space, and that its elements can be represented in a map, such as homes, schools, hospitals, and so on.
Often the volume of information makes the quality of information, but also the union of the important factors for a wise decision. This is where collaboration between the systems of Geoprocessing and GIS mainly.
Around the world in which we live, today, where technology evolves more and more, and its development is so rapid, that even the news that are to flow, since most are not new, the Geoprocessing not be different, because that makes use of the development of technology to ease the difficulties, and is nothing more than the combination of technologies for collecting, processing, development and use of georeferenced information.
A IMPORTÂNCIA DO GEOPROCESSAMENTO NA AUDITORIA E PERÍCIA AMBIENTAL
O geoprocessamento faz uso ferramentas, recursos e dados em que os analistas consigam reconhecer a evolução temporal e espacial de um determinado fenômeno geográfico e sua ligação com outros.
É uma tecnologia que envolve todas as áreas de formação, não exige quesito algum para ser aplicada, ou seja, qualquer especialista pode fazer uso de sua tecnologia para beneficiar-se em suas pesquisas ou trabalhos. No entanto para fazer seu uso, é necessário que os conceitos das disciplinas sejam transformados em representações computacionais.
Essas ferramentas computacionais são caracterizadas como sistemas de informações geográficas ou pela sigla SIG,como é mais conhecida,onde permite que seja realizado análises mais complexas e extensas, ao envolver dados de diversas fontes e ao formar bancos de dados georreferenciados. Facilita ainda a possibilidade de automatizar a produção de documentos cartográficos.
Utilizando instrumentos como imagens de satélite, fotografias aéreas, mapas, banco de dados e aplicativos específicos, o geoprocessamento possibilita a geração de análises e informações necessárias para a tomada de decisão rápida e eficaz, constituindo-se, portanto em um importante instrumento no planejamento de ações na área ambiental.
Qualquer setor que trabalhe com informações que possam ser relacionadas a uma localização no território pode, em princípio, valer-se das ferramentas de geoprocessamento.
O geoprocessamento é uma ferramenta de grande importância onde a sua utilidade é ímpar para a conservação da biodiversidade, devido a capacidade de coleta de dados espaciais relevantes para diversos estudos, como dados temáticos e de distribuição de espécies, permite ainda a análises muito detalhadas, como a identificação de áreas prioritárias para a conservação, delimitação de corredores de biodiversidade, base para sistemas de suporte a decisão.
Na área ambiental, o geoprocessamento é uma das, senão a mais, ferramentas utilizadas para monitoramento, por exemplo, da cobertura vegetal e uso das terras, níveis de erosão do solo, poluição da água e do ar, disposição irregular de resíduos, e assim por adiante. Da mesma forma, essa tecnologia pode ser usada em análises de qualidade de habitat e fragmentação.
O geoprocessamento também tem utilidade nas definições políticas e diretrizes na gestão governamental. Quando é identificada com precisão as áreas afetadas por determinada decisão, o governo pode planejar melhor o impacto de suas ações.
Da mesma forma, através do registro de solicitações e análises e o livre acesso à base cartográfica, pode-se estreitar as relações do governo com os cidadãos.
A importância do Geoprocessamento na auditoria e pericia ambiental, não poderia ser maior, uma vez que uma tecnologia de valor tão elevados quanto aos SIGs, só vem favorecer.
Os SIGs dispoem de mecanismos poderosos, para expressar a estrutura do espaço, oferece um leque de ferramentas ara processar os dados ambientais, com muita precisão, e que permitem aproximação da expressão de procedimento lógicos e matemáticos.
Num país que possui uma dimensão continental de tamanha proporção como o Brasil, com uma enorme carencia carência de informações nas quais julgamos serem as mais adequadas para que sejam tomadas de decisões sobre os problemas urbanos, rurais e ambientais, o Geoprocessamento apresenta e dispõe de um enorme potencial, principalmente quando se diz respeito as tecnologias de custo relativamente baixo, em que o conhecimento seja adquirido no local.
Aqui no Brasil, o setor de geoprocessamento tem crescido, mas lentamente, se comparado com o resto do mundo, o geoprocessamento crescer conforme crescem os problemas da atualidade, como no meio ambiente, infraestrutura, conflitos sociais, e assim por adiante.
As pessoas começam então a perceber que se faz necessário o uso de um novo enfoque, ou seja, uma visão que seja geral, que englobe e que se relacione com o mundo como um todo. Sendo assim o enfoque geográfico.
Atualmente no Brasil, qualquer organização pública ou privada pode utilizar geoprocessamento, sem a necessidade de grandes investimentos financeiros.
Praticamente todas as instituições de ensino do país podem utilizar informações geográficas sem custos adicionais, nos governos federais, estaduais e municipais, muitos ministérios, secretarias, agências, prefeituras já fazem uso do geoprocessamento, mas, no entanto poucas a consolidaram com ferramenta de gestão.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
NASA launches its latest meteorological satellite GOES-P

NASA, the U.S. space agency, released Thursday GOES-P, a next-generation geostationary satellite designed to provide daily weather forecasts and record the activities that can affect the solar terrestrial environment.
The GOES-P, which weighs 3.1 tons, was launched by a Delta IV rocket for United Launch Alliance, a partnership between Boeing and Lockheed Martin, from the air base at Cape Canaveral in Florida at 18:57 local (23H57 in Lisbon).
This is the third of three GOES satellites (Geostationnary Operational Environmental Satellite), built by U.S. company Boeing.
GOES satellites provide 24 hours a day observations of more than 50 percent of the globe, including the United States.
The first two, GOES-N and GOES-O, were put into orbit in 2006 and 2009, respectively.
The satellites' GOES are essential to the predictions of hazardous weather conditions because they oversee the rapid atmospheric changes responsible for hurricanes, tornadoes, floods and other dangerous situations, "said Steve Kirkner, GOES responsible for the program at NASA.
From its geostationary orbit, 35,780 km above the Earth, the satellite will provide data, including images of high definition, continuously about the weather.
The GOES-P is equipped with a surveillance system solar x-ray (SXI) that will enable the Institute Oceanic and Atmospheric U.S. (NOAA) oversee the activities of the sun.
In particular will be watched the winds of solar particles that can disrupt satellites and power grids on Earth, said Tom Bodgan, director of the center of the space weather forecast (SWPC) of NOAA.
Tradução
A Nasa, agência espacial norte-americana, lançou quinta-feira o GOES-P, um satélite geostacionário de última geração destinado a fornecer diariamente previsões meteorológicas e a registar as actividades solares que podem afectar o ambiente terrestre.
O GOES-P, que pesa 3,1 toneladas, foi lançado por um foguete Delta IV da United Launch Alliance, uma parceria entre a Boeing e a Lockheed Martin, desde a base aérea de Cabo Canaveral na Florida às 18:57 locais (23H57 em Lisboa).
Trata-se do terceiro de três satélites GOES (Geostationnary Operational Environmental Satellite), construídos pela empresa norte-americana Boeing.
Os satélites GOES fornecem durante 24 horas por dia observações de mais de 50 por cento do globo, incluindo os Estados Unidos.
Os dois primeiros, GOES-N e GOES-O, foram colocados em órbita em 2006 e 2009, respectivamente.
Os satélites «GOES são essenciais para as previsões de condições meteorológicas perigosas porque supervisionam as rápidas alterações atmosféricas responsáveis pelos furacões, tornados, inundações e outras situações perigosas», explicou Steve Kirkner, responsável pelo programa GOES na Nasa.
Da sua órbita terrestre geostacionária, 35.780 Km acima da Terra, o satélite fornecerá dados, entre os quais imagens de elevada definição, em contínuo sobre as condições meteorológicas.
O GOES-P é dotado de um sistema de vigilância solar de raio-x (SXI) que permitirá ao Instituto oceânico e atmosférico norte-americano (NOAA) supervisionar as actividades do sol.
Em particular serão vigiados os ventos de partículas solares que podem perturbar o funcionamento dos satélites e o sistema de distribuição eléctrico na terra, revelou Tom Bodgan, director do centro de previsão meteorológica no espaço (SWPC) do NOAA.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
What’s the current state of GIS for emergency planning and response?

With the hurricane season quite visibly upon us here in the United States, coupled with a high-profile but incidental earthquake, disaster planning and response are top-of-mind with most GIS managers. This has also been a year of heavy flooding along both the Mississippi and Missouri rivers, and record droughts across Texas. With all these natural disasters piling up, it’s a busy time for analytical modeling, risk mapping, mapping vulnerable areas, and executing emergency response plans.
GIS has proven itself time and again as an integral tool in planning and responding to disasters, and we’ve come a long way in our capabilities to communicate and incorporate up-t0-date details about unfolding events. The trend is for more frequent and intense natural disasters worldwide due to increased populations in vulnerable areas, and heightened global change. While GIS continues to advance to address the issue of planning and response, there are some key areas in need of further development.
Simulation and Planning
Planning for an unfolding disaster requires both a picture of current conditions as well as a simulation of events that are about to unfold. For instance, flooding risk assessment in the United States largely uses simulation software known HEC-Res from the Army Corps of Engineers. While HEC-Res provides accurate predictions, IBM has developed a much more accurate flood prediction software that couplesa detailed model of river behavior, with an analytics engine, an accurate weather modeling system, a sensor network of stream gauges, and high-speed computers to generate a model that is up to 100 times faster than other prediction models, and with up to 100 hours warning of coming conditions.
The coupling of real-time feeds, map-based visualization, and simulation of repercussions have been a standard approach for some time, but this illustration of a research project in action, shows the possibilities with currently available technology. With greater precision in our models, more detailed models that factor in complex weather behaviors, and high-performance computing, we could greatly improve our understanding of unfolding events. Water and weather follow paths that are predictable, and our understanding will only improve as the accuracy of our maps and models improve, and as our sensor networks grow to provide up-to-date data.
Verifying Truth
With a fast-evolving disaster, much of the issues that are faced with the response revolve around knowing the current conditions, communicating priorities, and coordinating the response with the available resources. Curating reliable information in a fast-moving disaster is something that has been a struggle in the crisis mapping community.
The ability to filter and verify real-time data is something that the crisis mapping software Ushahidi is addressing with the open source platform SwiftRiver that gives users the means to curate and add context to information, filtering by subject, and allowing users to eliminate feeds from certain people or add weight to more reliable sources. The ability is critical to curate information, to sort it, identify keywords, determine locations, eliminate duplicates, and determine how influential or popular content is from different actors.
With more data for disaster response coming from the affected community, as well as dispersed aid workers with common mobile devices, the ability to quickly determine the picture on the ground will provide a great boon to disaster responsiveness. The GIS toolset can aid this effort by quickly placing this information into geographic context, allowing responders to quickly create evolving maps of priorities and response actions regardless of their device or location.
Active Collaborative Maps
This year marks advancements in up-to-date online mapping, with feeds from social media, video, photos, and other sensors. The dynamic news maps that Esri has been developing to keep track of floods, wildfire, and now hurricanes, provide an easy interface into the big-picture implications of unfolding events. This dynamic online mapping technology is also being used to communicate local conditions and the need for action with the sharing of such detailed mapping applications as evacuation maps and routes through local government portals. The rise of the dynamic online map has now spread beyond the emergency operations center and into the hands of the public. With this easily accessible view via the Web, with little technical knowledge needed, the insight of geographic analysis becomes that much more powerful.
Geospatial analysts are challenged in such situations because they need to pull together data quickly, fuse it together, and provide actionable information to emergency responders. This rapid response effort is largely about personal connections to those that have the data, as well as coordinated plans ahead of time to ensure cooperation. With ongoing efforts such as GITA’s Geospatially Enabling Community Collaboration (GECCo) program visiting communities to make sure plans are in place, there’s a model for how local communities can pave the way for effective response.
Given that most disasters provide short planning and response windows, where quick action can have significant impacts on social and economic costs, it’s important that we continue to hone the capabilities of the toolset. The anniversary of a very high-profile GIS response effort is coming up quickly, with the tenth anniversary of 9/11. This event showed the world the potential for rapid response with a real-time picture of the emergency situation. Many lessons were learned there that continue to inform our advancements, and many more lessons need to still be realized through the innovation of our tools.
Tradução
Qual é o estado atual do SIG para o planejamento de emergência e resposta?
Com a temporada de furacões bastante visível em cima de nós aqui nos Estados Unidos, juntamente com um terremoto de alto perfil, mas incidental, planejamento e resposta a desastres são mente-de-top com a maioria dos gerentes GIS. Este também foi um ano de fortes inundações ao longo de ambos os rios Mississippi e Missouri, e secas em registro Texas. Com todos estes desastres naturais se acumulando, é um tempo ocupado para a modelagem de análise, mapeamento de risco, mapeamento de áreas vulneráveis, e execução de planos de emergência.
GIS provou-se uma e outra vez como uma ferramenta integral no planejamento e resposta a desastres, e nós percorremos um longo caminho na nossa capacidade de comunicar-se e incorporar-se-t0-date informações sobre desdobramento eventos. A tendência é de mais freqüentes e intensas desastres naturais em todo o mundo devido ao aumento da população em áreas vulneráveis, e alterações globais elevada. Enquanto GIS continua a avançar para abordar a questão do planejamento e resposta, existem algumas áreas-chave que precisam de maior desenvolvimento.
Simulação e Planejamento
Planejamento para um desastre em curso requer tanto um retrato das condições atuais, bem como uma simulação de eventos que estão prestes a se desenrolar. Por exemplo, inundações de avaliação de risco nos Estados Unidos em grande parte utiliza software de simulação conhecida HEC-Res do Corpo de Engenheiros do Exército. Enquanto HEC-Res fornece previsões precisas, a IBM desenvolveu um software de previsão muito mais precisa inundação que couplesa modelo detalhado do comportamento do rio, com um mecanismo de análise, um sistema de modelagem precisa de tempo, uma rede de sensores de medidores de fluxo, e computadores de alta velocidade para gerar um modelo que é até 100 vezes mais rápido que outros modelos de previsão, e com até 100 horas de advertência das condições de vir.
O acoplamento de feeds em tempo real, baseada em mapas, visualização e simulação de repercussões têm sido uma abordagem padrão para algum tempo, mas esta ilustração de um projeto de pesquisa em ação, mostra as possibilidades com a tecnologia atualmente disponível. Com maior precisão em nossos modelos, os modelos mais detalhados que o fator tempo em comportamentos complexos, e computação de alto desempenho, que poderiam melhorar bastante a nossa compreensão dos eventos em andamento. Água e clima seguem caminhos que são previsíveis, e nosso entendimento só vai melhorar à medida que a precisão de nossos mapas e modelos de melhorar, e como nossas redes de sensores crescer para fornecer up-to-date de dados.
Verificando Verdade
Com um desastre em rápida evolução, tanto das questões que são confrontados com a resposta giram em torno de saber as condições atuais, comunicar as prioridades e coordenação da resposta com os recursos disponíveis. Informações curadoria de confiança em um desastre em movimento rápido é algo que tem sido uma luta na comunidade mapeamento crise.
A capacidade de filtrar e verificar dados em tempo real é algo que a crise software de mapeamento Ushahidi está se dirigindo com a plataforma open source SwiftRiver que dá aos usuários os meios para cura e adicionar contexto à informação, filtragem por assunto, permitindo que os usuários e para eliminar feeds determinadas pessoas ou adicionar peso a mais fontes confiáveis. A capacidade é fundamental para a cura de informações, para classificá-lo, identificar palavras-chave, determinar os locais, eliminar duplicatas, e determinar como o conteúdo influente ou popular é a partir de diferentes atores.
Com mais dados para resposta a desastres provenientes da comunidade afetada, bem como trabalhadores de ajuda humanitária comum dispersos com dispositivos móveis, a capacidade de determinar rapidamente a imagem no chão proporcionará um grande benefício para a capacidade de resposta de desastres. O conjunto de ferramentas GIS pode ajudar neste esforço por rapidamente colocar essas informações no contexto geográfico, permitindo que responderam para criar rapidamente mapas evolução das prioridades e ações de resposta, independentemente do dispositivo ou local.
Ativa Mapas Collaborative
Este ano marca os avanços na up-to-date de mapeamento online, com feeds de redes sociais, vídeo, fotos e outros sensores. A dinâmica mapas notícia de que Esri tem vindo a desenvolver para manter o controle de inundações, incêndios, furacões e agora, fornecer uma interface fácil para a grande-retrato implicações dos eventos em andamento. Esta tecnologia de mapeamento dinâmico on-line também está sendo usado para comunicar as condições locais ea necessidade de ação com a partilha de aplicações, tais como mapas detalhados de mapeamento de evacuação e rotas através dos portais do governo local. A ascensão do mapa dinâmico on-line já se espalhou para além do centro de operações de emergência e nas mãos do público. Com essa visão facilmente acessível através da Web, com pouco conhecimento técnico necessário, o insight de análise geográfica que se torna muito mais poderoso.
Analistas geoespaciais são desafiados em tais situações, porque eles precisam de reunir dados rapidamente, fundi-la juntos, e fornece informações práticas para a equipe de emergência. Este esforço de resposta rápida é em grande parte sobre as conexões pessoais para aqueles que têm os dados, bem como planos coordenados com antecedência para garantir a cooperação. Com os esforços em curso, tais como a colaboração da Comunidade GITA geoespacialmente habilitação (Gecco) programa de visitas as comunidades para fazer planos estão no lugar certo, não há um modelo de como as comunidades locais podem pavimentar o caminho para uma resposta eficaz.
Dado que a maioria dos desastres oferecer planejamento de curto e janelas de resposta, onde a ação rápida podem ter impactos significativos sobre os custos sociais e econômicos, é importante que continuemos a aprimorar as capacidades do conjunto de ferramentas. O aniversário de um esforço muito alto perfil GIS resposta está chegando rapidamente, com o décimo aniversário do 9 / 11. Este evento mostrou ao mundo o potencial de resposta rápida com uma imagem em tempo real da situação de emergência. Muitas lições foram aprendidas há que continuar a informar os nossos avanços, e muitos mais lições precisa ainda ser realizado através da inovação de nossas ferramentas.
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